Da prancheta ao parque: um dia de parceria com o Wet’n Wild, por Vinicius, CEO da Arteria

Vinicius, fundador da Arteria, conta como foi trocar a sala de reunião por um dia de parceria com o Wet’n Wild, subindo em torre de tobogã e vendo de perto por que cada souvenir de parque precisa contar a história daquele lugar.

Maleta de amostras de souvenirs personalizados da Arteria, com ímãs e itens coloridos

Aqui é o Vinicius, fundador da Arteria, vim contar para vocês sobre o dia que subi numa torre de tobogã sem intenção nenhuma de descer (quem aí já amarelou lá em cima?). Na verdade, eu queria mesmo ver o parque de cima, do jeito que o visitante vê antes de tomar coragem. Foi ali que entendi de novo uma coisa que carrego pra cada parceria nova e decidi vir aqui compartilhar com vocês.

Por que eu saí da sala de reunião

A ideia inicial era simples: sentar com o time do Wet’n Wild e trocar ideia sobre ímãs e souvenirs personalizados. O objetivo era entender o que fazia sentido pra loja de presentes do parque. Podia ter ficado só nisso, uma conversa de mesa fechada. Mas resolvemos trocar a sala pelo parque aberto. Passamos o dia caminhando entre as atrações, subindo em torre, olhando de perto cada canto que o visitante vivencia e depois vira souvenir na loja de saída.

O que eu vi de perto

Cada tobogã tinha uma cor, um formato, uma sensação diferente na descida. Cada fila tinha família rindo, criança ansiosa, adulto hesitando antes de pular. E em cada loja de presente do parque, o mesmo desafio se repetia: transformar aquela experiência inteira numa peça pequena. Pequena o suficiente pra caber na mala, mas grande o bastante pra guardar a lembrança inteira.

Não fui até lá pra fechar pedido de catálogo. Fui pra entender o parque antes de conversar sobre qualquer produto. Essa diferença muda o resultado final de uma parceria.

O que ficou claro

Foi ali que entendi, de novo, o que a Arteria faz: transforma a experiência do visitante em um objeto que ele leva pra casa. Não existe prospecção melhor do que sentir na pele o que o cliente vive todos os dias. As cores, a energia, os detalhes, tudo isso é o que faz um souvenir ser mais do que um item de prateleira.

Cada parque tem uma identidade própria. E a conversa certa sobre souvenir nasce depois de conhecer essa identidade de perto, não só olhando planilha de venda. É esse o compromisso que levamos pra cada nova conversa de parceria, dentro ou fora da fábrica.

Vale o mesmo raciocínio pra quem já vende souvenir e quer vender melhor. A gente já viu isso de perto em outros parceiros, como no case da Tecnopan, onde entender o perfil da loja antes de sugerir produto fez toda a diferença no resultado.

Souvenir não é só logo, é experiência

Um erro comum de quem monta o mix de uma loja de presentes é pensar só no nome do lugar. Bota o nome do parque no ímã, na caneca, no chaveiro, e pronto. Funciona, mas deixa venda na mesa.

O que realmente faz o visitante levar aquele souvenir pra casa é reconhecer ali um pedaço da experiência que ele viveu. A cor daquele brinquedo específico. O formato daquela atração que marcou o dia. O detalhe que só faz sentido pra quem esteve lá.

Isso vale pra parque aquático, pra fazenda, pra vinícola, pra qualquer ponto turístico. Quanto mais a loja de presentes reflete a experiência real do visitante, maior a conexão emocional com o produto. E maior a chance de venda.

Como uma visita vira conversa sobre produto

Foi esse tipo de detalhe que me fez pensar em como a Arteria constrói uma coleção nova, de forma bem prática. Primeiro vem a visita, sempre que possível. Depois vem o mapeamento das atrações e dos momentos que mais marcam o visitante, não só o logo principal do lugar. Só depois disso entra a etapa de material e acabamento, decidindo entre resina, MDF ou outra técnica, pensando em durabilidade e em custo pra loja parceira.

Esse processo todo existe porque um souvenir bom não nasce de uma reunião rápida de catálogo. Nasce de entender o que faz o visitante sorrir na fila, o que ele fotografa primeiro, o que ele vai querer mostrar pra alguém quando chegar em casa. Cada detalhe desses vira decisão de design mais pra frente.

E isso tem efeito direto na prateleira. Loja parceira que investe em souvenir personalizado por atração, e não só por marca, tende a girar estoque mais rápido e vender mais unidades por visitante. É um raciocínio parecido com o que a gente detalha no artigo sobre bastidores de venda nas lojas parceiras, mostrando os números por trás dessa escolha.

Outro ponto que ficou claro naquele dia: quem decide o mix de souvenir de um parque muitas vezes está longe da loja no dia a dia. Fica na gestão, na parte comercial, cuidando de outras cem coisas. Por isso caminhar pela operação, ver a fila, ouvir o visitante, é diferente de qualquer reunião. Ajuda a trazer pra conversa sobre produto informação que não aparece em planilha nenhuma.

Gratidão a quem abriu as portas

Minha gratidão ao time do parque, principalmente ao Octávio A. e ao Alexandre Richartz, pela recepção e pelas horas de conversa. Obrigado por abrir as portas, e os toboáguas, pra eu ver de perto o universo que ajudamos a eternizar em cada peça, sempre que a parceria avança.

Pra onde vamos daqui

Bora seguir levando a Arteria Brasil pra mais destinos que merecem ser lembrados, um dia de parceria de cada vez.

Quer levar esse mesmo raciocínio pro mix de souvenir da sua loja? Fala com o nosso time comercial e monte um sortimento que reflete de verdade a experiência do seu ponto turístico.