Case Hopi Hari: ímãs sob medida pra maior atração do país

Por Vinicius, CEO da Arteria Brasil, sobre como nasce um ímã personalizado para parque temático

Criar um ímã personalizado para parque temático exige entender o parque por dentro, não só pela planilha de vendas. O O Hopi Hari é conhecido como “o país mais divertido do mundo”, e não é força de expressão. O parque completa 25 anos em 2026, e fui até lá pessoalmente pra entender de perto por que essa fama se sustenta há tanto tempo. Não foi uma visita de turista. Foi um dia de trabalho dentro do parque, olhando prateleira por prateleira das lojas de souvenir, conversando com quem está na ponta todos os dias.

Ímã personalizado da atração Evolution Wild West segurado em frente à entrada do Hopi Hari, souvenir fabricado pela Arteria Brasil
Ímã Evolution Wild West na entrada do Hopi Hari.

Dá pra gerenciar boa parte de uma parceria B2B por WhatsApp e relatório de vendas. Mas nenhum relatório mostra o que eu vi caminhando pelo Hopi Hari. O visitante parando na frente do expositor. Pegando o ímã, virando na mão, decidindo se aquilo merece um lugar na porta da geladeira dele. Esse tipo de cena não aparece em planilha nenhuma.

O que muda quando o ímã personalizado para parque temático chega ao ponto de venda

Ver o produto no ponto de venda muda a forma como a gente pensa a próxima coleção. Dá pra ouvir o que o visitante procura e entender, na prática, o que faz sentido produzir a seguir. Isso é diferente de imaginar demanda a partir de números frios. Já vivi esse mesmo tipo de virada de chave numa visita ao Wet’n Wild, outro parceiro de parque que recebeu a gente pra uma conversa parecida. O padrão se repete: o produto sempre melhora depois que a gente pisa na loja de verdade.

Como nasce um ímã personalizado para parque temático

O catálogo que a Arteria desenvolveu pro Hopi Hari cobre desde o item mais simples até a peça colecionável. O clássico mapa do parque, que o visitante reconhece de cara, segue como o item mais vendido nas lojas. Mas o destaque de 2026 é outro: a linha Novaeon, criada especificamente pra celebrar os 25 anos do parque.

Cada peça do mostruário carrega um pedaço da identidade do Hopi Hari. A montanha-russa, a roda-gigante, o Velho Oeste, os ícones que qualquer visitante reconhece de longe, mesmo sem nunca ter posto os pés lá. Não é um ímã genérico com o nome do parque estampado em cima. É um produto pensado pra traduzir a experiência de quem andou por aquelas atrações. Esse mesmo princípio guia o trabalho da Arteria com todos os outros parques parceiros.

A visita também deixou claro um padrão que se repete em praticamente todo parque parceiro da Arteria. Quanto mais recente a coleção, maior costuma ser a procura na loja. O item de lançamento vende mais rápido que o item fixo do catálogo, mesmo quando o preço é parecido. Isso confirma algo que a gente já sabia na teoria, mas que fica mais concreto vendo de perto. Novidade gera desejo de compra por si só, principalmente quando ela está amarrada a um marco importante do parque, como um aniversário redondo.

Bastidores da parceria com o Hopi Hari

Fui recebido pela Patrícia e pela Tamiris Viana, que abriram as portas do que o time do parque chama, brincando, de “Departamento de Imigração”. A recepção foi generosa, cheia de ideias trocadas dos dois lados. Não foi só uma reunião de fornecedor entregando pedido. Foi uma conversa sobre o que funciona na loja, o que o visitante pede no balcão e o que ainda pode virar produto novo daqui pra frente.

Vinicius, CEO da Arteria Brasil, com a equipe do Hopi Hari e o mostruário de ímãs personalizados para parque temático
Visita da Arteria ao time do Hopi Hari, com o mostruário de ímãs.

Esse tipo de relação de perto é o que sustenta um catálogo relevante ao longo do tempo. Um parque como o Hopi Hari muda atração, cria evento sazonal, comemora aniversário redondo. O souvenir precisa acompanhar esse ritmo. Não pode ficar parado numa linha fixa que nunca se renova.

Visita de campo como rotina, não exceção

Na Arteria, visita de campo faz parte da rotina de atendimento aos parceiros maiores. A ideia é simples: quanto mais perto a gente fica da ponta de venda, mais rápido corrige rota de produto, ajusta reposição e evita item parado juntando poeira na prateleira. É reposição pensada e acompanhada de perto, não reposição no piloto automático.

Como aplicar o ímã personalizado para parque temático no seu ponto de venda

Se você cuida do mix de produtos de um parque, hotel ou atração turística e quer desenvolver ímãs personalizados próprios, o aprendizado direto desse case é simples de aplicar, mesmo numa loja bem menor que o Hopi Hari. Primeiro, vale visitar o ponto de venda com regularidade, não só em época de balanço de estoque. Segundo, vale prestar atenção no que o visitante comenta no balcão, porque ali mora a próxima coleção. Terceiro, datas comemorativas do próprio local, como um aniversário redondo, são uma oportunidade real de lançar uma linha limitada que gera desejo de colecionar. E quarto, vale considerar reduzir o volume do item fixo pra abrir espaço de prateleira pro lançamento, já que é ele que costuma puxar a venda.

Foi assim que a coleção Novaeon nasceu. Não de um briefing genérico, mas de uma conversa de campo sobre o que os 25 anos do Hopi Hari significam pra quem visita o parque todos os anos.

Seguimos na estrada, levando os ímãs da Arteria pros parques e destinos que constroem memórias, pra guardar cada uma delas.

Quer um ímã personalizado para parque temático, hotel ou atração? Fale com o nosso time comercial.